O sigbin é uma criatura das Filipinas que sai à noite para sugar o sangue das vítimas. Dependendo da região e da lenda, diz-se que o sigbin lembra um bode sem chifres, um corvo ou algo vagamente parecido com o Chupacabra. O que é mais comum em todas as lendas é que sua cabeça está pendurada entre as suas pernas traseiras, que são muito mais curtas do que os membros posteriores. Ele anda para trás (sim!) com a cabeça abaixada entre as pernas. A criatura também tem a capacidade de se tornar invisível para outras criaturas, especialmente humanos. Tem orelhas muito grandes que podem bater palmas como um par de mãos, e uma cauda longa e flexível que pode ser usada como um chicote. Dizem que ele emite um cheiro horrível. As suas duas pernas longas, parecidas com a de gafanhoto, lhe permitem saltar grandes distâncias. A criatura anda por aí à noite em busca de crianças para devorar, mas sempre guarda o coração para fazer amuletos. A maioria das histórias e avistamentos são originários da região Cebu. No entanto, cientistas em Bornéu descobriram em 2005 um “gato-raposa carnívoro”, com as pernas dianteiras maiores, o que lhe dava um andar desajeitado e uma aparência física que se encaixa em muitas das descrições do sigbin (por exemplo, cauda longa, antebraços curtos, salta grandes distâncias, carnívoro), mas nenhuma evidência conclusiva foi encontrada.
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domingo, 18 de dezembro de 2011
Sigbin
O sigbin é uma criatura das Filipinas que sai à noite para sugar o sangue das vítimas. Dependendo da região e da lenda, diz-se que o sigbin lembra um bode sem chifres, um corvo ou algo vagamente parecido com o Chupacabra. O que é mais comum em todas as lendas é que sua cabeça está pendurada entre as suas pernas traseiras, que são muito mais curtas do que os membros posteriores. Ele anda para trás (sim!) com a cabeça abaixada entre as pernas. A criatura também tem a capacidade de se tornar invisível para outras criaturas, especialmente humanos. Tem orelhas muito grandes que podem bater palmas como um par de mãos, e uma cauda longa e flexível que pode ser usada como um chicote. Dizem que ele emite um cheiro horrível. As suas duas pernas longas, parecidas com a de gafanhoto, lhe permitem saltar grandes distâncias. A criatura anda por aí à noite em busca de crianças para devorar, mas sempre guarda o coração para fazer amuletos. A maioria das histórias e avistamentos são originários da região Cebu. No entanto, cientistas em Bornéu descobriram em 2005 um “gato-raposa carnívoro”, com as pernas dianteiras maiores, o que lhe dava um andar desajeitado e uma aparência física que se encaixa em muitas das descrições do sigbin (por exemplo, cauda longa, antebraços curtos, salta grandes distâncias, carnívoro), mas nenhuma evidência conclusiva foi encontrada.
sábado, 5 de novembro de 2011
A mulher da meia-noite
A mulher da meia-noite é um mito muito comum nas
Américas e na Europa. Em cada região a história aparece com pequenas
variações.
Alguns dizem que ela é um fantasma que não sabe que já
morreu; outros dizem que ela foi, um dia, uma bela jovem que morreu
assassinada; no México, acredita-se que ela afogou seus filhos e,
depois, se matou; para outros, ainda, foi uma noiva, que na noite do seu
casamento, morreu atropelada.
De qualquer maneira, sabe-se que a mulher da meia-noite é
o fantasma de uma linda mulher, em geral vestida de vermelho ou de
branco. Ela se parece com uma mulher comum, que se aproxima de homens
sentados sozinhos em um bar ou uma praça. Os dois começam a conversar e,
depois de algum tempo, ela pede que o homem a leve em casa.
E lá vão eles! Caminham até chegarem a um muro alto. A mulher diz:
"Eu moro aqui..." - e o homem leva um susto quando descobre que o lugar é um cemitério. Nesse momento (meia-noite!), o fantasma desaparece, deixando a criatura tremendo de medo.
"Eu moro aqui..." - e o homem leva um susto quando descobre que o lugar é um cemitério. Nesse momento (meia-noite!), o fantasma desaparece, deixando a criatura tremendo de medo.
Em outras histórias, ela aparece nas estradas desertas,
pedindo carona. Quando o motorista vai levá-la em casa, novamente se
depara com o cemitério, e vê o fantasma desaparecer à sua frente.
A mulher da meia-noite também é conhecida com outros
nomes, como Noiva de Branco, Mulher de Branco, Sapatos Vermelhos e
Mulher de Duas Cores (mito comum nos estados de Minas Gerais e São
Paulo).
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